É impossível permanecer indiferente à história de Rita Ephrem. Jovem, vibrante, sonhadora, ela convive desde os quatro anos com uma doença autoinflamatória que os especialistas acreditam ser exclusividade dela.
Já enfrentou tromboses, AVCs, neurite óptica bilateral, inflamações múltiplas, intubações, paradas — uma sucessão de eventos que poderiam ter silenciado qualquer esperança.
“Ainda assim ela escolheu viver com intensidade: ingressou na faculdade, destacou-se nos estudos, integrou a seleção de futsal do Líbano, trabalhou para apoiar a família.”